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terça-feira, dezembro 05, 2006

Estou

Estou
apaixonada pelo impossível
Platônicamente,
descaradamente,
envergonhadamente.
Sem noção de como começou,
e de como vai terminar.

Andar



Mesmo cansada andei na chuva.
Tentei fazer com que as gotas pesadas, fizessem eu prestar atenção no caminho a ser seguido.
Foi impossível...
Só há você em minha mente.

segunda-feira, dezembro 04, 2006

Noite



Chega a noite,
longe da correria,
dos meus livros,
do trabalho,
me tranco no quarto
e vou pensar em você.
Dois dias se passaram
e a minha saudade aumentou.
Mesmo não querendo,
mesmo sabendo que não é possível...

domingo, dezembro 03, 2006

Sozinha



Um dia longe de você e me vejo caminhando sozinha.
Não sei o que vai ser dos meus dias, sem teu sorriso,
seu cinismo e arrogância.
Já sinto saudades do seu jeito cativante,
de seus cabelos desalinhados.
Que falta me faz você.

sábado, dezembro 02, 2006

Perfeição



Vivo tentando me completar.
Ora com palavras diferentes, ora com pensamentos.
Às vezes o sutiã atrapalha,
outras vezes é a sandália.
A calça cai, a calcinha aparece e eu me desespero.
Ainda em busca da perfeição.
Se o cabelo despenteia, entro em pânico.
Ainda me sinto incompleta.
Será que um dia isso acaba?

Canção do dia

Depois de ouvir o Rodolpho Fogwill cantando "Deixe-me ir preciso andar, vou pr ai a procurar, rir pranão chorar...", encontrei-me com essa letra de Ana Carolina, que achei interessante postar.
Relata minha vida neste momento...

Rosas (Ana Carolina)

Você pode me ver do jeito que quiser
Eu não vou fazer esforço pra te contrariar
De tantas mil maneiras que eu posso ser
Estou certa que uma delas vai te agradar
Porque eu sou feita pro amor da cabeça aos pés
E não faço outra coisa do que me doar
Se causei alguma dor não foi por querer
Nunca tive a intenção de te machucar


Porque eu gosto é de rosas e rosas e rosas
Acompanhadas de um bilhete me deixam nervosa
Toda mulher gosta de rosas e rosas e rosas
Muitas vezes são vermelhas mas sempre são rosas

Se o teu santo por acaso não bater com o meu
Eu retomo o meu caminho e nada a declarar
Meia culpa cada um que vá cuidar do seu
Se for só um arranhão eu não vou nem soprar

sexta-feira, dezembro 01, 2006

Paisagem



Hoje deixo uma paisagem linda, de uma gravura, feita por uma pessoa inteligente, estranha, mas de um bom humor e bom gosto incríveis.
Sr. Antonio Peticov.
Tive o prazer em conhecê-lo certa vez e seus desenhos me traziam renovação de esperança.
Hoje o único ruído que queria ouvir era o som do silêncio sem dúvida.

quinta-feira, novembro 30, 2006

Novidade



Novidade

Quero algo novo
Que me faça sentir
Que valha a pena arriscar
sem medo
nem segredo
Poder te dizer tudo que sinto
Mesmo estando aqui do outro lado
Tentar te fazer sorrir
Deixar que sinta meus desejos, meus anseios
Que me sinta
Tua...

quarta-feira, novembro 29, 2006

De volta



Aguardem mais um pouquinho, estarei voltando com força total, após as provas finais ok?
Sinto saudades de me fragmentar todos os dias...

quinta-feira, novembro 23, 2006

Premio





Isso merece um post especial.


23/11/2006 - 09h19
Portugal Telecom dilata premiação literária Publicidade
EDUARDO SIMÕES
da Folha de S.Paulo

O Prêmio Portugal Telecom de Literatura Brasileira acabou. A partir de 2007, o mais bem pago prêmio literário do país --R$ 100 mil para o primeiro colocado-- passa a contemplar também livros escritos originalmente em português, lançados no exterior, contanto que já tenham sido publicados no Brasil. As mudanças foram anunciadas anteontem, em São Paulo, na cerimônia de premiação dos três melhores livros brasileiros lançados em 2005.

O grande vencedor da noite foi Milton Hatoum, por "Cinzas do Norte", já ganhador do Jabuti. Também saíram premiados Alberto Martins, em segundo lugar, e Ricardo Lísias, em terceiro. Os outros finalistas eram Claudia Ahimsa, Claudia Roquette-Pinto, Luiz Ruffato, Mario Sabino, Nelson Ascher (colunista da Folha), Paula Glenadel e Wilson Bueno.

Novidades

A partir de 2007, as inscrições para o Portugal Telecom serão feitas pelos autores e editoras, por meio do site www. premioportugaltelecom. com.br. Até este ano, todos os lançamentos --em 2005 foram cerca de 10 mil títulos-- eram contemplados.

Quatro curadores irão indicar o júri inicial, que irá escolher 50 obras semifinalistas, das quais pelo menos cinco deverão ser originárias de países onde a língua oficial é o português. Um júri nacional apontará as dez finalistas, em que no mínimo duas devem seguir a regra. Para os três vencedores, escolhidos por um júri final, cai a regra de proporcionalidade. Para a primeira edição do novo prêmio, os livros estrangeiros devem ter sido lançados entre 1º de janeiro de 2003 e 31 de dezembro de 2006.

Hatoum, que ressalta a importância do prêmio para quem "depende da pena para sobreviver", manifesta alguma preocupação com as nova regras. Para ele, num cenário ideal, a Portugal Telecom teria prêmios diferentes para escritores brasileiros e demais autores em língua portuguesa.

"Isso vai dificultar a premiação de brasileiros porque haverá uma concorrência maior. Há não só bons escritores portugueses, como africanos. E concorrer com José Saramago e António Lobo Antunes pode ser bem difícil", avalia o autor.

Hatoum, cujo "Cinzas do Norte" recebeu cinco prêmios este ano, acredita que o Portugal Telecom, que teve este ano sua quarta edição, e o Jabuti, que existe há quase 40 anos, já se aproximam em termos de prestígio. O segundo, no entanto, cujo prêmio máximo é de R$ 30 mil, ainda funciona mais como vitrine internacional.

"O Portugal Telecom tem a vantagem de ser importante pelo dinheiro, num país que nunca premiou com dinheiro, corretamente, seus escritores. O Jabuti tem mais tradição, muitos editores lá fora já ouviram falar. Quando o "Dois Irmãos" [primeiro romance de Hatoum] ficou em terceiro lugar, minha agente em Londres trabalhou com este dado para vender para o resto do mundo."

O editor Luiz Schwarcz, cuja Cia. das Letras teve livros em primeiro lugar quatro vezes no Portugal Telecom, faz ressalvas à "internacionalização" do prêmio, lembrando que o Camões, de Portugal, tem perfil parecido. E questiona a inclusão da categoria "biografia". Para ele, a disputa deveria se concentrar numa apenas, como o Booker [Inglaterra] ou o Goncourt [França]. "Falta um prêmio só para romance. Sempre achei complicado juntar com poesia e contos. Agora precisa surgir outro, menos diluído, com diferencial em relação ao Jabuti."

sexta-feira, novembro 17, 2006

Fora do ar

Estarei fora do ar por alguns dias, devido a mudança de residência.
Espero retornar em breve, com mais palavras, sejam soltas, concretas...
Sentirei saudades...
Faz parte.

Postagem em destaque

Amar remete a uma dificuldade... nem por ser de idade ou por conta da cidade. A dificuldade estah na vaidade. Amamos menos aos outros......